Home Futebol Maior loucura, maior alegria e maior tristeza no Palmeiras: Paulo Nobre abre o jogo

Maior loucura, maior alegria e maior tristeza no Palmeiras: Paulo Nobre abre o jogo

Nobre esteve no comando do Verdão por quatro temporadas e conseguiu levar o clube às conquistas da Copa do Brasil e o Brasileirão

Marcel Rauen
Marcel Rauen é jornalista formado na Universidade Estadual de Londrina (UEL) que atua na área esportiva há cerca de 15 anos. É fã e praticante de esportes em geral, mas principalmente de futebol. Escreve no Torcedores desde 2015 sobre o dia a dia dos clubes brasileiros e sobre a mídia esportiva

Em entrevista ao “Canal do Nicola”, no Youtube, o ex-presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, abriu o jogo ao falar sobre suas maiores alegrias e frustrações como torcedor do clube.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

[DUGOUT dugout_id= “eyJrZXkiOiJTaVBiY3VGeSIsInAiOiJ0b3JjZWRvcmVzIiwicGwiOiIifQ==”]

Siga o Torcedores no Facebook para acompanhar as melhores notícias de futebol, games e outros esportes

O ex-mandatário foi questionado sobre qual era a maior loucura que havia feito pelo Verdão, além da maior alegria com o time e maior tristeza já sentida como torcedor alviverde.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

MAIOR LOUCURA

Loucura? Difícil avaliar, pois acho que nada pelo Palmeiras eu considero loucura. Fazer tatuagem, ir até o Japão pelo clube, podem ser considerado loucura por alguns, mas absolutamente normal para muitos. Então, diria que, dado o meu amor por essa instituição, talvez a maior loucura tenha sido aceitar o desafio e aceitar a responsabilidade em presidi-lo., pois caso falhasse não me perdoaria até o final da vida“, disse Paulo Nobre.

MAIOR ALEGRIA

PUBLICIDADE

Indiscutivelmente no dia 12 de junho de 1993, quando vi o Palmeiras campeão pela primeira vez (decisão contra o Corinthians). Depois do banho de água fria na final de 1978 e pior ainda a de 1986. Depois de XV de Jaú, Bragantino e Ferroviária nos baterem antes de uma final, ter a chance contra o seu maior rival, tendo massacrado no primeiro jogo, mas perdido, bastava um jogo e uma prorrogação para o sonho se realizar e o Palmeiras massacrou e se tornou campeão.

PUBLICIDADE

Mas tudo parecia tão perfeito que depois de comemorar a noite toda, tive medo de dormir, acordar e ter sido apenas um sonho.

MAIOR TRISTEZA

Acho que foi em 1986, quando perdemos para a Inter de Limeira na final do Paulistão. Parecia que tinha morrido um ente querido. Sabe quando você tem 18 anos e nunca tinha visto seu time campeão? Sabe quando você percebe que chegou a sua vez de ser feliz? Contra um time pequeno, com todo o respeito que a Inter mereça, mas com dois jogos no Morumbi o Palmeiras venceria, ainda mais depois da semifinal épica contra nosso maior rival, jogo em que eu mais comemorei um gol na vida, o primeiro do Mirandinha. Não tinha como dar errado. Mas no futebol não existe certeza de nada e o Palmeiras perdeu aquela final…

LEIA MAIS:

PUBLICIDADE

 

Better Collective