Após Copa América, Tite “implora” para jogar com seleções europeias

Tite está querendo muito enfrentar seleções da Europa antes do Mundial, mas é muito complicado conseguir por vários motivos

Rogério Araujo
Jornalista.

Crédito: Lucas Figueiredo/CBF

Após perder a final da Copa América em pleno Maracanã para a Argentina, o técnico Tite quer enfrentar seleções da Europa antes da Copa do Mundo do ano que vem, no Catar. A informações é do jornalista Cosme Rímoli, do portal R7.

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No entanto, a situação é muito complicada. “A comparação da Copa América com a Eurocopa foi inevitável. E ficou mais do que evidente a diferença de intensidade, velocidade, potencia física dos europeus em relação aos sul-americanos. Juninho Paulista tenta, em vão buscar, jogos diante dos europeus. Fracassa como Edu Gaspar fracassou”, diz a publicação.

“A Seleção Brasileira segue presa a um contrato inacreditável, feito como último ato de Ricardo Teixeira, antes de renunciar a CBF, investigado pela Polícia Federal. Vendeu todos os amistosos da Seleção, durante dez anos, até 2022, a uma empresa árabe, a ISE, que repassou os jogos para a inglesa Pitch. E a Pitch sempre fez o Brasil jogar com foco no lucro do amistoso. Jamais no potencial, no tipo de adversário que a Seleção precisa”, explica o jornalista.

Após a Copa América e o nível apresentado na Eurocopa, Tite quer mais do que nunca enfrentar os adversários europeus. O treinador “melhor do que ninguém, sabe da necessidade dos amistosos”, diz ele.

Das 61 partidas comandando o Brasil, Tite teve apenas nove confrontos com clubes da Europa: Áustria, Bélgica, República Tcheca, Croácia, Inglaterra, Alemanha, Rússia, Sérvia e Suíça.

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