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Euro 2020: Uefa diz que não mandou retirar bandeira com arco-íris de torcedores na arquibancada

Nas quartas de final da Euro 2020 em Baku, seguranças confiscaram uma bandeira LGBTQIA+ e causaram polêmica

Mário André Monteiro
Jornalista com passagens por Portal iG, Fox Sports e Osasco Audax. Atualmente editor do Alemanha FC (http://www.alemanhafc.com.br). No Twitter: @alemao_mario e no Instagram: @marioalemao

Crédito: Twitter / DW

Neste sábado, durante o duelo entre Dinamarca e República Tcheca pelas quartas de final da Euro 2020, uma cena chamou bastante atenção.

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+ Euro 2020: Seguranças proíbem bandeira LGBTQIA+ na torcida da Dinamarca

E a cena não era do jogo, mas sim das arquibancadas. Dois seguranças abordaram torcedores dinamarqueses e proibiram que eles mostrassem uma bandeira LGBTQIA+.

As imagens rodaram o mundo e a Uefa foi bastante criticada.

Isso porque a entidade vem proibindo algumas ações em defesa da diversidade. Como, por exemplo, negando que a Allianz Arena fosse colorida em protesto contra uma lei anti-LGBT aprovada na Hungria.

No incidente com torcedores da Dinamarca, em Baku, no Azerbaijão, a Uefa fez questão de se defender e garantiu que vai investigar o que aconteceu.

“A Uefa nunca ordenou que os seguranças ​​do estádio em Baku ou qualquer outro estádio confiscassem as bandeiras do arco-íris”, disse a organização num comunicado oficial divulgado pela AFP.

Segundo informações iniciais, o torcedor em questão estava “muito bêbado” e atacando agressivamente outros fãs no estádio. Então, de acordo com a Uefa, os seguranças tiveram que intervir.

“O torcedor foi autorizado a permanecer nas arquibancadas, apesar do seu estado de saúde. E a bandeira foi devolvida”, finalizou o comunicado.

A Uefa deixou claro, também, que as bandeiras do arco-íris não são  proibidas nos estádios.

Proibições polêmicas

Os patrocinadores da Euro 2020 foram solicitados a não usarem publicidade com as cores do arco-íris em duas sedes das quartas de final: São Petesburgo (Rússia) e Baku (Azerbaijão).

A decisão é a mais recente para obscurecer a mensagem da Uefa de inclusão no futebol.

“Devido às preocupações da Uefa sobre o enquadramento legal para os estádios, a federação nos informou que não seria possível usar publicidade com as cores do arco-íris”, disse a Volkswagen em nota oficial.

Os painéis de propaganda coloridos ao lado do campo podiam ser vistos em Munique e Roma, bem como para as semifinais e finais em Londres.

No entanto, a Volkswagen disse que “lamentou” a decisão da Uefa, porque queria continuar enviando “um sinal claro a favor da diversidade”.

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