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Olimpíadas: Árbitra brasileira faz história no basquete masculino

Olimpíadas de Tóquio estão sendo marcadas por uma inclusão maior de mulheres; Andréia Regina Silva entrou para a história do basquetebol masculino

Fabrício Carvalho
Jornalista formado / Rio de Janeiro. Redator de notícias, artigos e relatos sobre futebol nacional e internacional, basquete e esportes americanos.

Crédito: Divulgação / FIBA

O jogo entra Estados Unidos e Irã, válido pelo basquete masculino nos Jogos Olímpicos de Tóquio, está entrando para a história da arbitragem brasileira nesta terça-feira (28).

A brasileira Andréia Regina Silva é a primeira árbitra no comando da arbitragem de um jogo do basquete olímpico na história dos Jogos Olímpicos.

Nascida em Bauru, Andréia começou a se envolver com basquete na adolescência e ultrapassou diversas dificuldades para conseguir se desenvolver na arbitragem.

Trajetória foi longa até chegar às Olimpíadas

O início de sua carreira ocorreu em 2003. A partir de 2006, comandou a arbitragem nas finais do Campeonato Nacional Feminino por cinco anos consecutivos. Em 2009 e 2010, apitou as finais do Paulista masculino.

Na estreia do NBB (Novo Basquete Brasil) em 2011, Andréia ganhou o prêmio de árbitra revelação e apitou as semifinais em 2011 e 2012. Em 2013, foi escalada pela primeira vez em competições FIBA e apitou jogos da Copa América.

Sua carreira entrou em franca evolução até chegar às arbitragens de pré-olímpicos feminino e masculino, além dos Jogos Pan-Americanos e do pré-olímpico mundial em 2020.

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