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Olimpíadas de Tóquio: Conheça os adversários do Brasil no futebol feminino

No Japão, a seleção brasileira feminina busca sua primeira medalha de ouro olímpica

Wilson Pimentel
Jornalista esportivo desde 1998. Cobriu os principais eventos esportivos da última década. Passou pelas redações do SBT, Record TV, CNT, Esporte Interativo, Rádio Tupi, Rádio Brasil e Rádio Manchete. É correspondente de veículos de comunicação da Colômbia, Croácia, Paraguai e Portugal. Está no Torcedores.com desde 2019.
Pia Sundhage vai comandar a seleção brasileira feminina nas Olimpíadas de Tóquio 2020

Lucas Figueiredo/ CBF

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Antes de mais nada, o Brasil chega as Olimpíadas de Tóquio 2020 como um dos favoritos para conquistar a medalha de ouro. Por isso, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidiu buscar no mercado internacional um nome que fosse capaz de liderar o time no Japão.

A técnica Pia Sundhage, primeira estrangeira a assumir o comando do time, tem uma missão gigante no Japão:  dar ao país a primeira medalha de ouro olímpica da história do futebol feminino brasileiro.

A sueca, inclusive, tem duas na sua coleção. À frente dos Estados Unidos, ela faturou o ouro nos Jogos de Pequim e Londres em 2008 e 2012, respectivamente. Posteriormente, a treinadora colocou a medalha de prata na Rio 2016.

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Contratada em 2019, Pia Sundhage comandou a seleção brasileira feminina em 17 oportunidades. Nesse ínterim, foram 11 vitórias, cinco empates e uma derrota. Além disso, o time marcou 49 gols e sofreu seis.

Nestas partidas, a treinadora observou e analisou o desempenho de quase 50 jogadoras. A maior estrela da seleção brasileira é a atacante Marta, do Orlando Pride, dos Estados Unidos. Aos 35 anos, ela disputou 159 partidas e marcou 109 gols. E segue contanto…

Contudo, Bárbara, goleira do Avaí/Kindermann, Bruna Benites, zagueira do Internacional, Jucianara Paz, lateral do Levante, Formiga, meia do São Paulo, Debinha, meia-ofensiva do North Carolina Courage e a atacante Ludmila, atacante do Atlético de Madrid, também podem brilhar no Japão.

O Brasil está no Grupo F das Olimpíadas de Tóquio 2020. De cara, o time enfrenta a China, no dia 21 de julho, em Miyagi. Posteriormente, a seleção brasileira pega a Holanda, também em Miyagui. E fecha sua participação no torneio enfrentando a Zâmbia, em Saitama, no dia 27.

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E as nossas rivais? 

China

A China, antes de mais nada, tem um dos principais times do mundo. A equipe asiática conseguiu vaga para as Olimpíadas de Tóquio 2020 após participar de um torneio classificatório com a Austrália.

Em 1996, só para exemplificar, as chinesas chegaram a final do tornei olímpico. O time perdeu a medalha de ouro após ser superado por 2 a 1 pelos Estados Unidos. Posteriormente, a equipe não conseguiu sequer ficar entre as quatro primeiras colocadas no torneio.

Atualmente, a China ocupa a 14ª colocação no ranking da Fifa. A princípio, a posição é o reflexo da fraca campanha do time na Copa do Mundo. Afinal, as chinesas foram eliminadas nas oitavas de final do torneio.

Zâmbia 

A Zâmbia vai participar pela primeira vez de uma Olimpíada. A princípio, o time africano vai entrar em campo sem nunca ter ocupado um papel de destaque no cenário do futebol feminino mundial.

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A equipe, por sua vez, é apenas a 104ª colocada no ranking da Fifa, mas conquistou o direito de disputar os Jogos de Tóquio 2020 através do pré-olímpico da África. A princípio, o país não tem uma liga de futebol e nem atletas atuando em outros países.

Sua melhor participação no Campeonato Africano de Futebol Feminino foi em 1991. Na ocasião, a Nigéria venceu a competição. A segunda colocação ficou com Camarões, a terceira com Guiné e a quarta com Zâmbia – sendo o maior feito da história do país na modalidade. 

Holanda

Apesar de nunca ter conquistado uma medalha olímpica, a Holanda chega com status de favorita ao ouro nas Olimpíadas de Tóquio 2020. Há dois anos a equipe, só para exemplificar, foi vice-campeã mundial perdendo a final para os Estados Unidos.

Atualmente, o time ocupa a 3ª colocação no ranking da Fifa. A Holanda, portanto, está atrás somente dos Estados Unidos e da França. Por isso, o time laranja foi escolhido para ser um dos cabeças de chave do torneio feminino.

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Agora, a Holanda tenta entrar para o seleto grupo de equipes europeias medalhistas olímpicas. Afinal a Noruega e a Alemanha faturaram o ouro nos Jogos de Sydney e Rio de Janeiro em 2000 e 2016, respectivamente. 

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