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Em súmula, árbitro explica expulsão de Patrick de Paula e diz que Abel recebeu vermelho por ‘palavras não identificadas’

Abel Ferreira e seu auxiliar João Martins foram expulsos por reclamação pelo cartão vermelho aplicado ao volante Patrick de Paula

Danielle Barbosa
Jornalista. Escrevendo para o Torcedores desde 2014.

Crédito: Reprodução/Premiere

O árbitro Bruno Arleu de Araújo justificou, na súmula da partida entre Atlético-MG x Palmeiras, as três expulsões Alviverdes durante a vitória mineira por 2 a 0 no Mineirão, em jogo válido pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. E chamou atenção a explicação para os cartões vermelhos aplicados ao técnico Abel Ferreira e ao auxiliar João Martins.

No caso de Abel Ferreira, expulso logo após o cartão vermelho de Patrick de Paula, Bruno Arleu de Araújo justificou que o treinador foi punido “por ter, após a expulsão do atleta da sua equipe, protestado reiteradamente e acintosamente, com gestos e palavras (que não foram possíveis identificar o que foi falado), contra a decisão da arbitragem”.

O motivo é semelhante ao que foi usando para justificar a expulsão de João Martins, que recebeu cartão vermelho na saída para o intervalo. “Por ter após o término do primeiro tempo, entrado no campo de jogo, confrontando e questionando com gestos e palavras (que não foram possíveis identificar) as decisões da arbitragem”, diz a súmula.

A expulsão de Patrick de Paula, que originou toda revolta palmeirense, aconteceu aos 35 minutos da etapa inicial, e segundo o árbitro, aconteceu porque “o atleta nº 05 da equipe do Palmeiras, sr. Patrick de Paula Carreiro, por ter atingido com sua perna de forma temerária, a perna de seu adversário, de nº 08 Jair Rodrigues Junior, do Atlético-MG, na disputa de bola. O fato ocorreu na intermediária de defesa, lado direito, da equipe do Atlético-MG.”

Em entrevista coletiva após o jogo, Abel Ferreira revelou que o árbitro pediu desculpas pelo equívoco, e afirmou que quem recomendou a expulsão de Patrick de Paula foi o assistente. “Por incrível que pareça não foi o árbitro, o Bruno. Foi o bandeira, o assistente, o senhor Rodrigo Correa. O árbitro da partida tinha tomado uma boa decisão em não dar amarelo ao Patrick, mas não sei por que, o bandeira a 40 ou 50 metros, é ele quem dá instruções ao senhor Bruno para expulsar o Patrick de Paula”, disse.

“Este mesmo senhor, Rodrigo Correa, ele me expulsou, também. Não estava satisfeito a ficar a 40, 50 metros quando o árbitro decidiu bem em deixar seguir. O assistente fez questão de expulsar o Patrick e no momento seguinte expulsar o treinador. E digo mais: o árbitro percebeu que errou e errou feio. E pediu desculpa aos nossos jogadores. Mas agora não adianta, tem muita coisa em jogo, dinheiro em jogo, títulos em jogo, nosso trabalho, dedicação, nossos torcedores que torcem pelo nosso melhor desempenho. Há um lance capital, com influência direta no desenrolar do jogo”, completou o treinador Alviverde.

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