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Polícia Federal prende mulher investigada na tragédia do voo da Chapecoense

Controladora boliviana que assinou o plano de voo da Chapecoense está no Brasil e deve ser extraditada à Bolívia

Mário André Monteiro
Jornalista com passagens por Portal iG, Fox Sports e Osasco Audax. Atualmente editor do Alemanha FC (http://www.alemanhafc.com.br). No Twitter: @alemao_mario e no Instagram: @marioalemao

Crédito: Divulgação

A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (23) a boliviana Celia Castedo Monasterio, controladora responsável pela análise e aprovação do plano de voo da Chapecoense, em 2016, que acabou com a trágica queda do avião na Colômbia.

Segundo a sentença do ministro Gilmar Mendes divulgada pelo G1, Celia é procurada pela Justiça boliviana para responder pela suposta prática do crime de atentado contra a segurança do espaço aéreo.

A aeronave da Chapecoense caiu perto do aeroporto internacional José Maria Cordova, na região de Medellin, onde o time faria a final da Copa Sul-Americana daquele ano. Entre jogadores, comissão técnica, dirigentes, jornalistas e tripulação, foram 71 mortos.

Depois da tragédia, Celia se refugiou no Brasil e vivia em Corumbá, no Mato Grosso do Sul. Ela pediu residência na cidade sul-mato-grossense alegando perseguição em seu país natal.

Foi ela que assinou o plano de voo da Lamia – o avião da Chapecoense decolou da Bolívia para Colômbia sem combustível suficiente para imprevistos. Celia segue em Corumbá aguardando os trâmites para que seja extraditada à Bolívia, mas a defesa da mulher tentará sua permanência no Brasil.

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