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Olimpíada de Inverno: Atletas que protestarem em Pequim poderão sofrer punição

Olimpíada de Inverno na China está enfrentando mais uma situação polêmica antes da abertura dos Jogos, com a vigilância do governo chinês

Fabrício Carvalho
Jornalista formado / Rio de Janeiro. Redator de notícias, artigos e relatos sobre futebol nacional e internacional, basquete e esportes americanos.

Crédito: Divulgação COI

Os atletas que participarão das Olimpíada de Inverno Pequim 2022 ficaram sabendo nesta quarta-feira (19) que estarão sujeitos à punição caso protestem durante a competição.

Esta revelação ocorreu através de declaração de Yang Shu, vice-diretor de relações internacionais do comitê organizador, em entrevista coletiva realizada nesta manhã.

Ao ser questionado sobre quais manifestações estariam sujeita à punição durante as Olimpíada de Inverno, Shu afirmou que punirá “qualquer manifestação contra o espírito olímpico ou às leis chinesas”.

As punições podem ocasionar sanções aos atletas ou até mesmo a perda da credencial, impedindo que o mesmo permaneça nas instalações olímpicas ou até mesmo na China.

Cabe ressaltar que o Comitê Olímpico Internacional costuma recomendar que atletas não façam manifestações políticas durante os Jogos Olímpicos, mas as várias denúncias de utilização da força por parte do governo chinês são vistas como ameaças para alguns atletas.

Olimpíada de Inverno será disputada em fevereiro

As Olimpíadas de Inverno em Pequim serão realizadas entre os dias 4 à 20 de fevereiro, com os eventos ocorrendo majoritariamente na madrugada para o público brasileiro, apenas com a presença de público convidado.

 

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