Home Futebol Corinthians tem plano ousado e pode quitar de vez o pagamento da Neo Química Arena, revela Neto

Corinthians tem plano ousado e pode quitar de vez o pagamento da Neo Química Arena, revela Neto

Timão estaria com projeto encaminhado para conseguir encerrar o pagamento do estádio

Matheus Camargo
Jornalista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), colaborador do Torcedores.com desde 2016. Radialista na Paiquerê 91,7.

A principal pendência financeira do Corinthians estaria com os dias contados. O apresentador e ex-jogador Neto fez uma revelação durante o programa Os Donos da Bola e disse que o presidente do clube, Duilio Monteiro Alves, estaria encaminhando um plano para quitar de vez o pagamento da Neo Química Arena.

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“O Corinthians está fazendo um ‘pool’, não vou falar o que é. É um pool de empresas, de um ramo importante. Essas empresas vão pagar o estádio”, cravou Neto durante o programa que apresenta na TV Bandeirantes. O ex-jogador seguiu e reforçou sua informação exclusiva.

“Isso é informação minha para vocês: o Corinthians está fazendo um ‘pool’ de empresas, o que é muito legal, e esse ‘pool’ de empresas, não vou falar quais – ‘Pool’ é juntar várias empresas – de um ramo só, e elas vão pagar o estádio. Esse dinheiro do estádio, o Corinthians não vai pagar mais. Vai investir. E isso vocês podem ter certeza que é verdade, porque eu sei que é.”

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Dívida do Corinthians pela Neo Química Arena

Em 2022, o Corinthians conseguiu um acordo com a Caixa que foi encarado como uma vitória na disputa pelo pagamento da Neo Química Arena. A dívida foi adquirida para a construção do estádio e era do valor de R$ 400 milhões. Com a correção, essa dívida chegou a R$ 611 milhões em janeiro de 2022, e seguiu sofrendo correções. Com isso, um acordo sempre foi buscado pelo Corinthians para a quitação da dívida.

O Timão pagou, até 2017, um valor na casa dos R$ 167 milhões, mas deixou de honrar os pagamentos nos últimos anos. O novo acordo entre Corinthians e Caixa aumentou o prazo final para o pagamento, indo de 180 para 216 meses, ou seja, até 2041. Além disso, a venda dos naming rights também entrou no acordo e todo o valor pago pela Hypera Pharma vai direto para a Caixa.

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