Maicon põe Gabigol como melhor do Brasil, recorda atrito com D’Ale e diz ser amigo de outro jogador do Inter

Volante gremista Maicon concedeu entrevista ao jornalista Duda Garbi para o YouTube nesta semana

Eduardo Caspary
Jornalista formado pela PUCRS em agosto de 2014. Dupla Gre-Nal.

Crédito: Foto: Reprodução/Premiere

A regularidade como artilheiro do Flamengo e a recente convocação à Seleção Brasileira fizeram Gabriel, o Gabigol, ser o primeiro jogador citado pelo gremista Maicon ao responder a pergunta sobre os melhores do Brasil. O questionamento foi feito pelo jornalista Duda Garbi durante entrevista para o canal no YouTube.

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O camisa 8 tricolor, na sequência da resposta, citou outros jogadores e também lembrou gremistas como Ferreira, Diego Souza e Douglas Costa:

“Hoje é o Gabriel, do Flamengo. Em termos de gols, assim, ele vive o melhor momento. Tanto que foi para a Seleção. Gosto do Gerson, Everton Ribeiro, Bruno Henrique pela velocidade. Do nosso lado tem o Ferreirinha, o Diego Souza, o Douglas Costa. Lá no Galo tem o Hulk, o Keno. No Palmeiras tu pega um Rony, Raphael Veiga. Futebol brasileiro está em nível bom”, comentou.

Maicon x D’Alessandro

Antes de um Gre-Nal pela última rodada da primeira fase do Gauchão de 2018, Maicon e D’Alessandro “inovaram” com uma discussão no cara ou coroa, antes mesmo do início da partida, dando trabalho ao juiz Jean Pierre de Lima. Para o gremista, a situação representa o fato de que ninguém pode ganhar no “grito”:

“Ali (com o D’Alessandro, no cara ou coroa), querer ganhar no grito também não. A gente vai pra jogar, não pra arrumar confusão. Mas perder no grito não dá. Tem que perder na bola. Ali dentro cada um defende o seu”.

Amizade com Boschilia

O volante deixou claro, no entanto, que a rivalidade Gre-Nal não precisa ir para fora de campo. E ressaltou manter uma grande relação de amizade com o meia Gabriel Boschilia, com quem jogou no São Paulo entre 2013 e 2014.

“Eu tenho um grande amigo lá que é o Boschilia, um cara sensacional, que eu pude jogar com ele no São Paulo. Eu já estava no clube e ele estava subindo na época. Todas as vezes que jogamos agora nos Gre-Nais ele veio em mim depois do jogo, conversamos, batemos papo. Tem o Lindoso que conheço do Rio de Janeiro, o Patrick, o Galhardo, são pessoas próximas. As pessoas não podem achar que somos inimigos. Mas claro que dentro de campo é cada um defendendo o seu lado”, acrescentou.

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