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Dívida com Daniel Alves pode definir saída de meia do São Paulo; entenda

Finanças do São Paulo ficarão mais prejudicadas pelo débito com lateral; investimentos tendem a ser mais tímidos em 2022

Eder Bahúte
Jornalista e assessor de imprensa.

Crédito: Divulgacao/São Paulo

A situação financeira do São Paulo está longe de ser tranquila. O que já era ruim, certamente ficará agora ainda pior. No fim da noite desta quinta-feira, o clube paulista anunciou oficialmente a rescisão de contrato com Daniel Alves. Diretoria e representantes do atleta chegaram a um acordo.

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– O São Paulo Futebol Clube comunica que na data de hoje foi firmado um acordo para a rescisão do jogador Daniel Alves, que tinha vínculo com o clube até dezembro de 2022 – anunciou o clube em suas redes sociais.

Segundo o ge.com, o São Paulo possui uma dívida com o atleta estimada em R$ 18 milhões. Este valor será pago em cinco anos de forma parcelada. Com o acordo, a atual gestão sabe que a corda ficará ainda mais apertada para 2022, evitando grandes investimentos no futebol.

Vale lembrar que o São Paulo já tinha postergado para o ano que vem o pagamento referente a outros jogadores do elenco. Dois deles, por exemplo, são Rigoni e Calleri, além de outras obrigações já agendadas previamente.

Caso não consiga uma vaga na próxima Libertadores, o cenário será ainda mais preocupante. Assim, é quase que impossível que o São Paulo coloque a mão no bolso pelo meia Benítez, emprestado pelo Independiente. Para ter o argentino em definitivo, seria preciso pagar US$ 3,2 milhões (quase R$ 18 milhões na cotação atual). A informação é do jornalista Jorge Nicola.

Levando em conta a crise enfrentada, é improvável que Benítez permaneça em 2022. Caberá ao São Paulo, se houver o interesse, solicitar um novo empréstimo aos argentinos.

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