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Velho problema: Luxemburgo volta a lidar com times com salários atrasados na carreira

No Cruzeiro, Luxa volta a lidar em ter que comandar times que convivem com problemas financeiros

Victor Martins
Um homem que acredita ser jornalista, escritor e 'chato'. Decidam vocês qual será a opção escolhida.Formado na Universidade Metodista de São Paulo. No Torcedores desde 2016 ou algo parecido.

Crédito: Foto: Bruno Haddad/Cruzeiro

Desde que chegou ao Cruzeiro, Vanderlei Luxemburgo tem lidado com um problema que tem sido parte de muitas equipes do futebol brasileiro: o atraso de salários a jogadores e funcionários. Na Raposa, os atrasos até geraram uma curta greve de jogadores em protesto contra a situação.

Na carreira recente do treinador, comandar clubes cujos salários estão em atraso não é algo novo. É uma realidade de várias equipes as quais treinou nestes últimos anos, conforme levantamento feito pelo GE de algumas das equipes as quais Luxa esteve no banco de reservas.

Pelo menos na mais recente década, em quatro oportunidades, o treinador teve que lidar com tal problema e driblar a insatisfação de seus atletas com o assunto. A mais recente desta vezes foi em 2020, quando esteve no Vasco, um dos clubes que vive nestes últimos anos a dor de forte crise financeira.

Em 2020, Luxemburgo até decidiu abrir mão do salário para tentar evitar que o Gigante da Colina fosse rebaixado para a Série B (o que não aconteceu), e no ano anterior, também em São Januário, a mesma situação. Nesta primeira passagem, sua comissão técnica chegou a ter cinco meses de salários atrasados e o elenco também, assim como em 2020, também padecia da falta de pagamentos.

Outros três clubes que tiveram problemas semelhantes enquanto Vanderlei Luxemburgo os comandava. O Sport, em 2017, conviveu com atrasos salariais (CLT e direitos de imagem) por cerca de três meses no período em que o treinador deixou a Ilha do Retiro. Já pelo Fluminense, em 2013, além dos salários atrasados, as premiações do título brasileiro do ano anterior chegaram a ficar pendentes.

Até mesmo um time que hoje é uma potência financeira também teve um passado complicado quanto ao assunto. Em duas passagens pelo Flamengo, em 2011 e 2014, o treinador viu na Gávea problemas com atrasos de salários do elenco. Na passagem de 2011, os salários dos rubro-negros chegaram a quatro meses.

No caso atual do Cruzeiro, Luxa vê um time que tem débitos desde 2020 com atletas e o quadro de funcionários, que ocasionaram no final da última semana uma greve do elenco, que foi encerrada com a promessa de aporte financeiro para pagar os atrasos.

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