Juíza salva jogador que teve três paradas cardíacas e outro desmaiado

Árbitra socorreu jogador desacordado e outro com três paradas cardíacas

Alexander Rodrigues
Colaborador do Torcedores

Crédito: Divulgação - Facebook Oficial - Associação Desportiva Valonguense

A juíza portuguesa Eunice Mortágua, realmente, teve trabalho no último final de semana, quando além de apitar partidas válida pelas divisões inferiores de Portugal, ainda teve que ser a heroína, dando os primeiros socorros a um jogador que caiu desmaiado e a outro que teve três paradas cardíacas até a chegada da ambulância, de acordo com o jornal Record.

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“Apesar de já ter visto situações de fraturas de pulsos ou pernas, o dia 19 de junho ficará marcado para sempre da pior maneira e acho que nunca vou esquecê-lo. Ainda bem que tudo acabou bem”, contou a juíza à agência Lusa da Associação de Futebol de Aveiro (AFA). Ela estava acompanhada pelos assistentes André Rodrigues e Diogo Fontes.

O fato ocorreu na partida entre AC Famalicão e o Ponte de Vagos-Juveforce, da oitava rodada do campeonato de sub-20 da Associação de Futebol de Aveiro e o jogador a ter sofrido as paradas cardíacas é Gonçalo Marques, de 17 anos.

“Foi um lance normal, que não esperávamos que acontecesse. O jogador sofreu falta na área do tornozelo, saiu para ser assistido e começou a ter um ataque de ansiedade. Agora será monitorado e vai ter de fazer mais exames, mas os médicos disseram que o cansaço, o nervosismo do jogo e o fato de ele ter asma desencadearam aquela situação”, afirmou Eunice que deu mais detalhes.

“O delegado se deu conta de que, quando o jogador estava de pé, começou a chamá-lo, mas ele estava com um olhar perdido, não respondia nem reagia. Quando o jogo acabou, fui ajudar naquilo que fosse necessário. Foi precisamente aí que ele teve três paradas cardíacas até a chegada da ambulância, mas conseguimos sempre revertê-las”.

“Era difícil para todos que estavam ali não olhar. Mandei logo os meninos embora para tomarem banho e não assistirem àquilo. Já os bombeiros colocaram o menino na ambulância e não o conseguiram estabilizar, mas sei que se encontraram com o Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU)”, explicou Eunice Mortágua.

O jogador recebeu alta no último domingo, 20, já a juíza Eunice Mortágua teve mais trabalho em uma partida do dia seguinte, quando mais um jogador, agora do Volonguense, caiu mal após um choque.

“Teve um choque contra um adversário na zona abdominal e caiu um pouco desacordado. Como não conseguia respirar, começou a ter convulsões. Abria os olhos e entendia o que lhe dizíamos, mas, de um momento para o outro, começava a ficar muito tenso e a revirar os olhos. Nos assustamos muito com isso”, recordou.

Mortágua teve que dar os primeiros socorros até os bombeiros chegarem, 25 minutos depois.

“Os bombeiros deram oxigênio a ele e o corpo relaxou, já que ele não estava conseguindo controlar a respiração com a dor. Melhorou, mas viram que a coisa podia não ser tão simples e chamaram o CODU. O enfermeiro avaliou e disse que não era necessário ir para Aveiro. Seguiu só para o Centro Hospitalar do Baixo Vouga, em Águeda”, declarou.

Felizmente, esse outro atleta também está fora de perigo.

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