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F1: Mercedes já resolveu ‘problema’ causado por novo combustível; entenda

Atual octacampeã entre os construtores da Fórmula 1, escuderia alemã contou com a ajuda essencial de um especialista alemão

Álvaro Logullo Neto
24 anos, formado em Jornalismo pela Universidade de São Paulo e, desde 2021, redator de esportes no Torcedores.com. Por aqui, um pouco de tudo: tênis, basquete, NFL, Fórmula 1, esportes olímpicos e Fiorentina... digo, futebol!

Crédito: Reprodução / Instagram: @mercedesamgf1

A temporada de 2022 da Fórmula 1 chega recheada de mudanças. Desde o regulamento financeiro, até o técnico, uma dessas alterações diz respeito ao novo combustível que será utilizado na categoria: o E10.

Com 10% de etanol em sua composição, o E10 tem por objetivo ser mais sustentável. É uma resposta que a F1 tenta dar às demandas ambientais do esporte, que buscará ainda mais medidas neste sentido no fututo.

Entretanto, o novo combustível vem causando um pequeno ‘reboliço’ para as equipes da Fórmula 1, que ainda buscam uma forma de compensar a perda de potência proporcionada por ele. Recentemente, aliás, cogitou-se que a Red Bull estaria enfrentando problemas, justamente, nesta pauta. Saiba mais no link abaixo.

Entenda a ‘dor de cabeça’ da Red Bull com o novo combustível da Fórmula 1

Agora, contudo, o site Motorsport.com destaca que a Mercedes, grande rival da Red Bull, na F1, já teria encontrado uma solução para este pequeno contratempo causado pelo E10. E, para isso, a escuderia, atual octacampeã entre os construtores, contou a ajuda de um novo especialista alemão em turbo.

Mercedes corrige problema, mas ainda tem dúvidas

A chegada de tal profissional para compor o time do engenheiro-chefe, Hywel Thomas, foi crucial, segundo o Motorsport.com. Isso porque, com o auxílio do novo especialista, a Mercedes pôde desenvolver um novo turbocompressor. Ele é capaz de aprimorar as qualidades da recarga híbrida e de seis cilindros.

Sendo assim, a escuderia alemã (e a Petronas, sua fornecedora de combustível) teriam conseguido, facilmente, recuperar os 20 cavalos de potência perdidos nos primeiros testes com o E10. A Ferrari, aliás, também atingiu tais resultados, junto da Shell.

Resolvido um problema, entretanto, a Mercedes ainda tem detalhes a ajustar no W13, o novo monoposto da equipe para a temporada de 2022. As principais dúvidas ainda pairam sobre a distância entre os eixos das rodas do carro.

Tal aspecto é importante para que a equipe possa explorar, ao máximo o efeito-solo, que retornou à categoria neste ano. Embora ainda restem questões a se trabalhar, o Motorsport.com destaca que a impressão é de que a Mercedes está caminhando com agilidade no desenvolvimento de seu novo carro.

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