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Paralimpíadas: entenda como é a disputa do natação

Tradicional na competição desde o início, o esporte é o 2º que mais deu medalhas ao Brasil

Victor Franco
Colaborador do Torcedores

Crédito: O paulista Daniel Dias, um dos principais nomes do Brasil nas Paralimpíadas (Foto: Buda Mendes / CPB)

Nos Jogos Paralímpicos, a natação é o segundo esporte que mais distribui medalhas no torneio. E a edição de Tóquio não será diferente. Ao todo, serão 146 provas, sendo 76 no masculino, 67 no feminino e três eventos mistos. No geral, cada modalidade tradicional da natação presente nas Olimpíadas, como os 100m livre ou os 200m medley, é divida em diferentes categorias de deficiência. Por exemplo, os 50m costas feminino é ramificado em S2 (para atletas que tem funções limitadas em suas mãos, tronco e pernas), S3 (para nadadores que sofreram amputações de perna ou braço ou problemas graves de coordenação em seus membros), S4 (para atletas que não conseguem usar o tronco ou as pernas para nadar ou têm três membros amputados) e S5 (para nadadores com hemiplegia, paraplegia ou baixa estatura).

 

Retrospecto histórico

A atleta com mais medalhas na história da natação paralímpica é a americana Trischa Zorn. Ao todo, ela conquistou incríveis 54 medalhas. sendo 41 de ouro, nove de prata e quatro bronze. Ela disputou os Jogos Paralímpicos de 1980, 1984, 1988, 1992, 1996, 2000 e 2004. As categorias que Zorn participava eram para nadadores com deficiência visual moderada e campo visual inferior a 5 graus de raio.

O país com mais conquistas no geral são os Estados Unidos, com 687 medalhas. Porém, quem liderou o quadro de medalhas do esporte no Rio 2016 foi a China, com 92 medalhas, sendo 37 de ouro, 30 de prata e 25 de bronze.

 

Desempenho do Brasil

Atrás apenas do atletismo, a natação já rendeu 102 medalhas ao Brasil, sendo 32 de ouro, 34 de prata e 36 de bronze. Um dos grandes responsáveis por esse desempenho é Daniel Dias. O paulista de 33 anos vai para sua 4ª Paralimpíadas em Tóquio com muita história na competição. Ao todo, ele já conquistou 24 medalhas, com 14 ouros, sete pratas e três bronzes. No quadro de medalhas geral, ele está na 4ª colocação, atrás de Trischa Zorn (já citada anteriormente), da francesa Béatrice Hess e da alemã Claudia Hengst.

Na edição do Japão, o Brasil enviou 16 nadadores, sendo nove no masculino e sete no feminino, que começaram a treinar nas piscinas de Tóquio recentemente.

 

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