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Palmeiras: ex-locutor do Allianz Parque revela que pode ter sido demitido por motivo polêmico: “Fui surpreendido”

Desligamento do profissional causou insatisfação entre torcedores do Palmeiras

Bruno Romão
25 anos, jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba, amante da escrita, natural de Campina Grande e um completo apaixonado por futebol. Contato: bruno.romao.nascimento@gmail.com

Crédito: Reprodução

Ocupando a função de locutor do Allianz Parque desde 2014, Marcos Costi foi demitido pelo Palmeiras e não será mais a principal voz do clube em jogos no estádio. Em entrevista ao jornalista Leonardo Boudakian, o profissional admitiu que foi pego de surpresa com a decisão, que pode ter sido tomada após  Olivério Junior, assessor pessoal de Leila Pereira e que passou a fazer parte do departamento de comunicação do Alviverde, ter sido chamado de “gambá”, alcunha que faz referência ao Corinthians.

“O Olivério Junior me ligou para dizer que tinha um print meu que eu tratava ele como ‘gambá’. Ele explicou que ficou chateado, deixei que ele falasse. Prontamente eu pedi desculpas para ele e contei que é uma forma de força de expressão como chamamos os corintianos e dei um exemplo: ‘Tenho mãe gambá pai gambá’. Tenho uma tia que eu amo de paixão, mas eu chamo ela de ‘gambá’. Se eu está falando que não é bom, pedi desculpas e falei que não iria mais acontecer, e ele disse que estava certa. Ele disse que eu tinha a demissão certa, mas tudo ficou esclarecido. Eu agradeci a compreensão e achei uma baita atitude do assessor e o assunto morreu nesse telefone”, iniciou.

Após a conversa Marcos Costi acreditou que a situação estaria resolvida. Porém, alguns dias depois, sua demissão foi decretada, algo que gerou uma grande mágoa. Revelando que estava de licença médica, ele acredita que existiu uma falta de sensibilidade com o Palmeiras.

“Após cinco dias fui surpreendido com as informações dos conselheiros e do twitter do André Galvão (…) Além da demissão do jeito que foi, de licença médica, poderia gerar um processo no Palmeiras, que eu nunca usei um símbolo do clube, sempre tive muito respeito. Fiquei devastado por ter sido demitido, nunca mais iria fazer um jogo do Palmeiras, que eu fiz por sete anos. Falaram que eu ganhava não sei quanto por jogo, que eu pedi férias… São justificativas que eu não posso aceitar”, completou.

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